Judite e Claire estão em consonância com a eterna possibilidade da ruína. Ruína de quem são, ou do mundo que habitam, cruel em sua existência. Mulheres-irmãs.
As forças da gravidade, os contatos, as distâncias. Ela ali, a frente do fim, sem desespero, com a calma e placidez dos que sabem. Afinal é ela que me enlouquece.
E as crianças tem a sorte da ingenuidade. O casamento, a luxúria das aparências. A morte, a possibilidade de algo maior.
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